sábado, 12 de novembro de 2011

Breves Diálogos XXV

Oito e meia da manhã no ponto de ônibus. Ao meu lado um simpático senhor de seus quase 70 anos e sua pasta de trabalho... diante da espera sem fim do transporte coletivo ele comenta que vai começar a trabalhar ali mesmo, saca o celular e disca para um cliente:
- Bom dia, aqui é o rapaz da D.D.Drin, estou ligando para passar o orçamento da dedetização...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Os sonhos de Mila

A mãe deste bebê é da Finlândia e cada vez que sua filhota dormia, ela criava Cenários de Contos, fotografava e enviava aos amigos. A mãe deste bebê é Adele Anersen.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Coisas boas da vida - III

Camila hoje faz 12 anos, minha linda sobrinha é uma ávida leitora e desde muito pequenina se expressa muito bem através das palavras e desenhos. Já fez alguns livros de contos ilustrados, aos 7 anos, além de criar jogos de tabuleiros... tudo isso com uma leveza sem fim. Mês passado, num trabalho de escola resolveu se aventurar fazendo um video. A proposta da disciplina de português era fazer uma interpretação visual de um poema a sua escolha. O autor escolhido foi Carlos Drummond de Andrade, o poema Eu, etiqueta, escrito em 1984.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Quadro a quadro ao quadrado

Animação feita pelo israelense Eran Amir que fotografou 500 pessoas segurando fotos diferentes e transformou em um filme de poucos segundos.


Fonte: Zupi

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Papelão? que nada...

Recebi esse video da minha querida amiga Dani com a seguinte mensagem: Fê, é a sua cara. E é mesmo!!! Só uso moleskine, e aqui nem me incomodo em fazer essa propaganda gratuita, o produto é bom e pronto!!! Vejam só que boa curtição.


MINI PLANNERS from Moleskine ® on Vimeo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Coisas boas da vida - III

Pequenos registros da maravilhosa exposição do Sérvulo Esmeraldo na Pinacoteca de São Paulo

“A mágica tem que continuar. Cultivo estas formas há muito tempo. Gosto muito do que estou fazendo atualmente. Não quero dizer com isso que estou contente com tudo o que faço. Cosntruo essas peças que ora cobrem minhas paredes, invadindo a casa. Posso retirá-las, deslocá-las. Não deixa de ser um jogo como todo ato da criação. Já tinha utilizado a linha inscrita nas esculturas. Nestas, elas evidenciam as formas definidas dos volumes em mármore, madeira ou acrílico. Eram, porém, resultantes dos volumes. Estas obras atuais são verdadeiros desenhos cujo suporte é o infinito. Apropriei-me dele. Não tenho margens definidas. Posso dizer que sou o donatário do Infinito. Apropriei-me dele.”
Sérvulo Esmeraldo (Entrevista concedida a Dodora Guimarães, jul 2000)